dot shitA ICANN, Internet Corporation for Assigned Names and Numbers, responsável máxima pelas extensões dos dominios online decidiu aprovar uma proposta que permite a qualquer pessoa ou entidade com infraestruturas necessárias, criar os sufixos dos domínios. Isto significa que qualquer pessoa ou empresa com 100 mil dólares e infraestruturas para tal pode criar um .sex .porn .movie .merda .caralho .maiorporcariaquepodiahaver

Para alguns sites será excelente pois a sua rede poderá ter diversos dominio e usar o sufixo do site principal para os identificar como site da sua rede como .microsoft ou .adobe por outro lado um milionário da industria porno poderá muito bem criar a sua empresa e começar a criar sufixos proprios para sites de sexo. Quem diz sexo diz casinos, jogos online, spam, etc…

Quanto ás restrições é que é necessário ter um plano de negócios complemente desenvolvido, cumprir com os requisitos técnicos e ter algures entre 100 a 500 mil dólares que está disposto a gastar.

Acredito seriamente que se não existir uma comitiva decente para aprovar propostas para criar os sufixos dos domínios que a internet vai ter cada vez mais lixo e com um domínio a rigor :)

Normalmente quando crio um formulário apenas depois de o processar é que o PHP envia a mensagem de erro o que pode ser chato para o cliente especialmente se o formulário for algo extenso. Não quero que o cliente desista apenas porque o formulário complicou tudo.

A solução é então usar JavaScript para detectar se os campos estão bem preenchidos ou não e nos dias de hoje não se justifica usar prompts para alertar o cliente de algo.
A solução é relativamente simples com jQuery.

//Filtros
var filters = {
requerido: function(el) {return ($(el).val() != ” && $(el).val() != -1);},
email: function(el) {return /^[A-Za-z][A-Za-z0-9_]*@[A-Za-z0-9_]+\.[A-Za-z0-9_.]+[A-za-z]$/.test($(el).val());},
telefono: function(el){return /^[0-9]*$/.test($(el).val());}};
// Extenções
$.extend({
stop: function(e){
if (e.preventDefault) e.preventDefault();
if (e.stopPropagation) e.stopPropagation();
}
});
// Código
$(document).ready(function(){
$(”form.validable”).bind(”submit”, function(e){
if (typeof filters == ‘undefined’) return;
$(this).find(”input, textarea, select”).each(function(x,el){
if ($(el).attr(”className”) != ‘undefined’) {
$.each(new String($(el).attr(”className”)).split(” “), function(x, klass){
if ($.isFunction(filters[klass]))
if (!filters[klass](el)) $(el).addClass(”error”);
});
}
});
if ($(this).find(”.error”).size() > 0) {
$.stop(e || window.event);
return false;
}
return true;
});
});

Explicação

A parte de processamento do script começa com $(document).ready o que faz com que o script seja processado apenas quando a página for carregada.

Quando o conteúdo é carregado o script percorre todos os formulários procurando uma class de CSS chamada validable (class=”validable”), podes editar esta variável no código do script, e adiciona um listener quando o formulário for submetido.

Após o formulário ser submetido o script percorre todos os elementos <input />, <textarea /> e <select /> procurando as suas classes e comparando-as com as declaradas na zona dos filtros.
O objecto filters é composto de uma série de métodos que são efectuados para validar os elementos de acordo com as classes.

Se o elemento do html não tiver uma classe declarada é adicionada a class error (class=”error”) ao elemento e não é efectuada a verificação do campo.

Podes testar o script aqui. Este tutorial foi adaptado para português. O tutorial original pode ser visto no anieto2k.com

Houve um tempo em que eu aceitava tudo quanto era Paid to Post e cheguei a fazer boas quantias com isso, embora não fosse o suficiente para considerar um rendimento decente pois o dólar estava cada vez mais fraco.

Mas reparei uma forte tendência de promover serviços de saude, financiamento, liquidação de credito, seguros, imobiliária, etc… o que me leva a pensar que o departamento de marketing destas indústrias tem bastante em consideração o “Word of mouth“.

Mas o facto de ter de promover constantemente keywords como Adverse credit mortgage, drug rehab, real estate, benchmark lending, domain yahoo, insurance, medical insurance, american single, mortgage calculators e por aí fora não me atrai muito…

Portanto deixei-me disso mas cada vez mais vejo uma pressão social em “vender conteúdo” seja através das reviews, seja através de clicks de anúncios como AdSense infelizmente o que paga é a informação que é repetida vezes sem conta, trocam apenas palavras e a sua divulgação espaço/temporal mas que no fundo têm sempre a mesma base.

O que aconteceu ao velhinho old school blogging onde as pessoas tinham algo para falar?